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Pode-se alcançar as plataformas do litoral sergipeno de duas maneiras: de lancha ou helicóptero, Mas mesmo quando uma lancha, depois de uma descofortável corrida de
mais de uma hora no mar escalpelado, chega até as pernas da plataforma, isso não
significa que a viagem tenha terminado. Fonte: Arquivo ERSHC. Imagem com AI. Imagem com Direitos Autorais ©.
Não há escadas e o primeiro piso da plataforma está a 30 metros de altura. A altura de um edifício de 15 andares. E a única maneira de chegarmos até lá em cima é utilizando a cesta de chão de madeira e paredes de cordas traçadas. Fonte: Arquivo ERSHC. Imagem com AI. Imagem com Direitos Autorais ©.
É a cesta que nos içará da lancha e nos depositará lá em cima, no escorregadio chão de
ferro da paltaforma. Tem mais: na cesta você não pode simplesmente ajeitar´se no centro, mas precisa agarra-se às cordas laterais. Um verdadeiro "vôo sem asas", para usar a definição dos homens que trabalham no litoral de Sergipe. Fonte: Arquivo ERSHC. Imagem com AI. Imagem com Direitos Autorais ©.
Já fizemos essa viagem após o curso de Mineração realizado no SESI, porém a viagem de helicíptero que se ergue num pulo vertical não tivemos a oportunidade. A viagem de Helicóptero a 500m de altitude e a 15 Km do litoral, parte de um ponto situado entre a
Atalaia Velha, e voz do Rio Cotinguiba, é fácl com um binóculo de bom alcance.... Fonte: Arquivo ERSHC. Imagem com AI. Imagem com Direitos Autorais ©.
...ter-se uma visão panorâmica dos campos petrolíferos do litoral de Sergipe.
Ao sul na foz do Rio Vaza-Barris, quase defronte à velha e heráldica cidade de
São Cristóvão (hoje um monumento nacional), está a P-3, que perfura o SES-29
e o SES-30, onde já foi confirmada a presença de petróleo farto. Fonte: Arquivo
ERSHC. Imagem com AI. Imagem com Direitos Autorais ©.
Bem na nossa frente estão as plataformas de Guaricema (nome de um
peixe ali abundante), com seus 18 poços já perfurados, dos quais 15
já produzindo; e à esquerda, na direção norte, a paltaforma e o
navio-tender que operam os 7 poços de Caioba. Fonte: Arquivo ERSHC.
Imagem com AI. Imagem com Direitos Autorais ©.
O heliporto da plataforma de produção, recebe sua aeronave. essa paltaforma envia todo o petróleo para o terminal marítimo da Atalaia. Sergipe produz atualmente 51 mil barris por dia.
Fonte: Arquivo ERSHC. Imagem com AI. Imagem com Direitos Autorais ©.
Técnicos franceses e brasileiros unem diariamente seus esforços em busca do ouro negro nas jazidas submarinas do litoral sergipano. Fonte: Arquivo ERSHC. Imagem com AI.
Imagem com Direitos Autorais ©.
Nas plataformas, o trablho sempre é duro nos mais diversos níveis, não há muita moleza.
Equipes formadas se ajudam para obtenção de resultados sempre positivos. Fonte: Arquivo ERSHC. Imagem com AI. Imagem com Direitos Autorais ©.
Já produzindo mais de 50 mil barris diários de petróleo, os poços sergipanos de terra e do litoral redem ao Brasil cerca de 180 milhões de dólares anuais. Fonte: Arquivo ERSHC. Imagem com AI. Imagem com Direitos Autorais ©.
Deu problema? Tem que ser resolvido, plantas, técnicos, ferramentas e consultas de todo
tipo, são feitos para dar cabo ao Imbróglio. Fonte: Arquivo ERSHC. Imagem com AI. Imagem com Direitos Autorais ©.
Operadores também pegam no pesado durante à noite quando em operações de
emergência. Enquanto o imprevisto não for reslovido, é muito suor e pouco sono. Fonte: Arquivo ERSHC. Imagem com AI. Imagem com Direitos Autorais ©.
A manutenção dos equipamentos é uma constante diária e necessária. Não há folga nesse sentido. Aqui, quando uma peça apresenta defeito ou desgaste é trocada, sem piedade.Fonte: Arquivo ERSHC. Imagem com AI. Imagem com Direitos Autorais ©.
Na cozinha, os pratos são preparados com excelência pelos cozinheiros.
Tudo para agradar os caçadores do ouro negro. Fonte: Arquivo ERSHC.
Imagem com AI. Imagem com Direitos Autorais ©.
Diante de um trabalho rotineiro e solitário, sem muitas formas de descontração para
os horários de descanso, as refeições, tentam proporcionar um momento de lazer que
lembrem os momentos familiares. Fonte: Arquivo ERSHC. Imagem com AI. Imagem com Direitos Autorais ©.
Um joguinho de pebolim é sempre disputado pela rapazeada, aqui, viram verdadeiros futebolistas. É um verdadeiro clube do Bolinha, aqui, mulher e bebida não podem entrar. Fonte: Arquivo ERSHC. Imagem com AI. Imagem com Direitos Autorais ©.
Nas horas de folga, os homens que trabalham nas plataformas dispõem de todo conforto.
A comida é boa e farta, os camarotes confortáveis e refrigerados. Fonte: Arquivo ERSHC. Imagem com AI. Imagem com Direitos Autorais ©.
No relax, assitir televisão ajuda no descanso. Porém, as bebidas alcoólicas são rigorosamente proibidas, como também é proibido fumar nas plataformas onde o
petróleo já está sendo extraído ou bombeado. Faz parte da segurança. Fonte: Arquivo ERSHC. Imagem com AI. Imagem com Direitos Autorais ©.
FONTE DAS IMAGENS
Arquivo ERSHC
Revista Manchete
FONTE DOS TEXTOS
Revista Manchete
Professor Eudo Robson
Todas aa fotografias foram tiradas em 1974, porém, publicadas na reportagem de janeiro do ano de 1975.

















